sábado, 31 de julho de 2010


Nossa faz um tempão que nao visito meu proprio blog. A falta de tempo nos afasta de nossas coisas. Mas uma coisa é certa, bem perto de Deus e de suas coisas eu estou.

Jesus tem me abençoando de forma sobrenatural, e a cada dia minha intimidade com Deus

aumenta. Senhor Jesus, que a cada dia eu possa esvaziar de mim, para que o Espirito Santo, possa me encher...Aleluiaaaaaaaaaaaaa.
Acampe seus anjos ao meu redor, e Tua graça me basta.
Amém.

sábado, 25 de julho de 2009

A oração é um elo mais profundo que nos liga diretamente ao PAI.

A verdadeira oração é algo que aprendemos”. É o elo mais profundo e maravilhoso para sentir Deus.
Constitui-se num processo de aprendizado diário.
Ao orar, aprendemos a pensar os pensamentos de Deus à sua maneira, e nos permite adentrar a fronteira espiritual. Com a oração caminhamos para o aperfeiçoamento e operamos mudanças em nosso ser e interior. É uma disciplina eficaz e verdadeira que produz transformação em nossa vida e renovação da mente, e progressivamente aprendemos a ver as coisas na perspectiva divina. Não podemos fazer da oração algo mecânico, decorado e repetitiva, deve ser um diálogo, claro, simples e objetivo para com Deus, em nosso favor e para com os outros. Ao orarmos entramos na presença de Deus indiscutivelmente, e deve ser mais que uma atividade, e sim uma ação contínua. Quanto mais oramos, mais intimidade com Deus adquirimos e conseqüentemente nossas atitudes, ações, vontades voltam-se para o Sagrado. Jesus orava para falar e entrar na presença do Pai, e assim temos que fazer também.
Urim e Tumim para você amado amigo(a).

domingo, 19 de julho de 2009

O que é Espiritualidade?




A espiritualidade é um processo continuo de busca pelas coisas de Deus e pelo sagrado, uma vez que precisa ser uma atitude autêntica diante do Criador. A busca por Deus deve ter Deus como motivação e como finalidade da busca, somente o Cristo em si, independente de nossos desejos, convicção e vontade. Este mundo secular nos atrai para coisas materiais, mas devemos voltar para as coisas que vem do espírito de Deus.



Uma espiritualidade sadia, significa adorar Deus em sua plenitude na condição de servo, de servi-lo com todo amor, temor e desprendimento, somente assim podemos agradar a Deus. A busca por Deus deve ser porque Ele é senhor. A nossa alegria é por termos a oportunidade de nos relacionarmos com um Deus todo poderoso, e que pode todas as coisas, inclusive nos abençoar por causa de nossa estreita relação e de uma total entrega para Ele. Somente assim, é desenvolvida uma fé genuína, e não a partir das bênçãos materiais do Abençoador. Primeiro vem o amar a Deus sobre todas as coisas, e como conseqüência, somos abençoados naturalmente.


Cultivo sempre minha espiritualidade, porque compreendo que através do senhor Jesus, posso chegar diretamente a Deus. Meu desejo de aproximar de Deus surge naturalmente, pois, não sinto obrigada a buscá-lo. E também, não busco porque Ele pode me abençoar, ou seja, recebendo ou não bênçãos materiais, continuo minha insistente busca e adoração, porque Ele é meu Deus, e antes de eu ter escolhido, eu já era a escolhida, é isso é um privilégio para poucos. Por isso, amo-o acima da dor, do sofrimento, da escassez, da abundância, enfim acima das coisas do porvir.



Busco-o com todas as forças do meu coração, porque há uma necessidade Dele em mim, e não Ele de minha pessoa. Sinto necessidade de estar com Cristo, seja através de orações, jejuns, lendo a Palavra, no louvor, somente assim, posso estar fortalecidas com bases espirituais, caso contrário, minha alma e meu espírito se enfraquecem e desfalecem. Meu Jesus é o alimento para meu espírito, e conseqüentemente as forças necessárias que preciso para manter-me viva.



Meu primeiro amor está em Cristo Jesus, e acredito nesse chamado de Cristo, na escolha Dele, para eu ser sua serva, aqui neste lugar onde vivo (no Japão), na minha separação para servi-lo, mesmo que ainda estou em processo de crescimento e conhecimento da palavra. Estou sendo separada para fazer a sua obra e exaltar o seu nome, pois, toda honra e glória deve ser dada a Ele, e não a nós. Seguir Jesus com uma mente aberta e livre para as coisas que vem do alto, dos céus e de Deus.


Compreendo que o Existir de Deus, não é para nossa felicidade ou para tornarmos pessoas felizes, e sim para glorificá-lo em sua plenitude com Deus e senhor de nossas vidas. Quando glorifico a Deus como senhor, exalto seu filho Jesus, e assim entro em comunhão com Deus e em perfeita sintonia com o divino, o trasncendental e eterno.Portanto, na plena comunhão com Deus, desenvolvo e pratico a espiritualidade. A espiritualidade é benéfica quando torno autentica a minha relação com meu Deus, livre e desprendida de qualquer beneficio por servi-lo.



Penso em Deus com todo o seu amor, num amor piedoso por mim, para com as pessoas, e na congregação. Vivo pela fé, com temor e fortaleço-me somente em Deus, busco-o, porque tenho necessidade Dele em todos os momentos de minha vida, dentro e fora da Igreja, preciso estar fortalecida em seu poder e em sua sabedoria divina, pois, somente desta maneira, posso ajudar as pessoas que chegam à minha congregação.


A alma do homem tem anseios que somente Deus pode preencher, através de uma ligação intima com Ele. Devemos entender Espiritualidade, a partir de um compromisso que assumimos na nossa vida, seguindo os princípios cristãos de maneira submissa a Deus, se agirmos assim o Senhor estará sempre nos abençoando.

Espiritualidade, é relacionamento.

Jesus Cristo,




exemplo maior de espiritualidade e amor foi do próprio Deus, que deu seu filho Jesus para morrer na cruz para nos salvar. Isso é um amor incondicional, soberano e liberto de quaisquer atitudes egoísta ou humano. Deus se fez carne, despojando de sua divindade para habitar nos meu de nós por meio de Jesus, ou seja, ele relacionou diretamente com as pessoas do seu tempo e demonstrou sua espiritualidade no modo de agir, pensar e conviver com seus discípulos e com sua igreja. Hoje por meio de Jesus e do Espírito Santo chegamos até Deus. Espiritualidade é na prática experiencial em comunidade. As pessoas (a igreja) atendiam e obedeciam ao chamado de Deus, de sua Trindade. Não somos nós que escolhemos a igreja, é Deus quem nos escolhe, chama, vocaciona e envia, onde o ser de Deus só pode ser pode ser conhecido através de relacionamentos pessoais e do amor pessoal. Não há conhecimento fora dos relacionamentos. E como membro do corpo de Cristo preciso da família e da igreja. Preciso da comunhão pessoal para preservar-me cristão e humano. É somente na comunhão que experimento a aceitação das diferenças e o caminho do sacrifício e da renúncia, embora muitas vezes relutassem em compartilhar meus anseios, angústias e vontades para não me expor à igreja. Portanto ao escolher o principio bíblico relacional, faço a opção pelo da Aliança, que me possibilita a crescer emocional e espiritualmente seguindo o exemplo de Deus, com seu amor incondicional a nós por toda a eternidade, sem viés narcisista, egocêntrico e sim, com um amor generoso, prazeroso, sofredor,benigno, do tipo que Paulo descreve em Coríntios 13. Já no modelo contratual, seu imperativo é sempre obedeça, cumpra, siga, a relação é sempre bilateral, obrigações entre as partes, e isso fere os princípios do amor, da aliança. Ter aliança significa um elo eterno, pois numa aliança não encontramos o fio da ponta e sim um elo interligado ao outro. É a partir da aliança que aprendemos a relacionar e dar valor devido às pessoas e amá-las como Deus nos ama por meio de Cristo Jesus. Até o próprio verbo muda- eu te amo, está no presente e sem a condicional “se” como no Contrato.

A mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus


Havia na cidade uma mulher pecadora, que teve notícia da presença de Jesus, e naquela noite ficou sabendo que o mestre tinha sido convidado para jantar, na casa de um dos fariseus. Sem se importar com eles e com sua condição de mulher e pecadora, entrou naquela casa, carregando em seus braços, o precioso vaso de alabastro, e foi logo de joelhos, ungindo os pés do mestre amado. O choro tomava conta de si, e com suas lágrimas regavam e beijava-lhe os pés de Jesus, e com seus longos cabelos, enxugavam-os carinhosamente.
Ofereceu, portanto, ósculo santo a Jesus, pois somente a Ele rendemos louvores. Essa atitude de dar ósculo santo agradou o coração de Jesus, pois, Ele viu ali, naquele momento, uma atitude de fé, de reverência e respeito daquela mulher E imediantamente, perdou seus pecados, dizendo: Vai- te em paz, tua fé te salvou.
Aprendemos, portanto, que quando servimos a Deus, de todo nosso coração, Deus não se lembra de nossos pecados. Ele mesmo diz: Dos teus pecados não me lembro mais... Apaguei todas as suas transgressões desde o momento que dispusseste seu coração a mim, filha amada.
Diferentemente, não aconteceu com os fariseus. Estes, não reconheceram a autoridade de Jesus, e nem lhes deram ósculo santo devido, e ainda, criticaram a atitude da mulher, ao ungir os pés de Jesus, e com toda certeza, via naquela atitude um desperdício, pois, o ungento, era caro e precioso para ser usado nos pés.

Mas, sejamos como a mulher pecadora, com o coração aberto, desprendido de bens materiais, e sem intenção de receber recompensas, pois, com toda a certeza, Deus recolhece uma alma que suspira por Ele. Quanto ao ímpio, nem lembrança fica, pois são como palha, que o vento dispersa.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Urim e Tumim


Urim e Tumim

Nome de um ou mais objetos pertencentes ao Racional do Juízo que o sumo pontífice trazia ao peito de modo que estivesse sobre o coração do sacerdote quando se apresentava diante do Senhor (Ex 28.30; Lv 8.8). Estes objetos, provavelmente, eram guardados em uma dobra do Racional do Juízo, ou por baixo dele. Por meio do Urim e Tumim, o sumo sacerdote consultava a vontade de Deus em casos difíceis. Este processo não era aplicável a casos particulares, nem a interesses privados, e somente sobre negócios de interesse público. Por isso mesmo, o lugar do Urim e Tumim era no Racional do Juízo, onde se achavam gravados os nomes das doze tribos de Israel sobre pedras preciosas. Por meio do Urim e Tumim, se consultava a vontade de Deusa acerca de assuntos judiciais e de negócios públicos (Nm 27.21; cp. Js 9.14; Jz 1.1; 20. 18,23,27,28; 1Sm 10. 22; 14.36-42; 22.10,13; 23. 9-12; 28. 6; 30.7,8; 2Sm 2.1; 5.19, 23,24. O Urim e Tumim eram consultados, não só no onde estava a arca, Jz 20.27,28; 1Sm 22.10, como em qualquer outro lugar onde estivesse presente o pontífice devidamente autorizado. As respostas eram simples, consistindo em afirmativas ou negativas, nem sempre era este o caso, 1Sm 10.22; 2Sm 5.23,24. Ocasionalmente, também, quando o pecado havia interrompido a comunhão com Deus, não havia respostas, 1Sm 14.37; 28.6. Não se encontram referências ao Urim e Tumim, depois do reinado de Davi. Depois da volta do cativeiro, nenhum dos sacerdotes usava o Urim e Tumim, Ed 2.63; Ne 7.65. Somente o sumo sacerdote poderia gozar o privilégio de consultar o Senhor por meio do Urim e Tumim. leste privilégio constituiu a glória da tribo de Levi, Dt 33.8.
Tem havido diferentes explicações sobre o Urim e Tumim. Por exemplo: procuram descobrir analogia com as insígnias de que usava o sacerdote egípcio, quando funcionava como supremo juiz. Dizem os escritores clássicos que ele trazia um emblema suspenso ao pescoço por uma cadeia de ouro, representando a verdade, somente enquanto duravam as suas funções de juiz, que colocava sobre a pessoa a favor de quem pronunciava a sentença. Não existem provas que indiquem que tal insígnia também servisse para consultar a vontade divina. Outros são de parecer, que por ocasião de o sacerdote vestir o éfode com o Urim e Tumim e fazer oração a Deus, ocorria-lhe uma idéia, cuja origem divina se confirmava por um brilho estranho produzido pelas pedras preciosas do Racional do Juízo, ou peitoral. Deste fenômeno se originou a palavra Urim, que quer dizer luzes. Tem-se pensado que as respostas se percebiam através de um brilho sucessivo das letras que formavam os nomes próprios, gravados nas pedras; mas para nada dizer sobre o fato de que o alfabeto completo não havia produzido estes nomes, e que em várias das respostas de que há notícia, existem letras que não se encontram nas pedras, a idéia integral cheira aos milagres inventados pelos sacerdotes gregos e romanos, inteiramente estranhos aos métodos e concepções do ritual hebraico. Existem apenas duas teorias dignas de atenção.
1) O Urim e o Tumim eram um ou mais acessórios do éfode e que dele se podiam separar para serem usados à maneira de dados, e pelo modo por que caíam, revelavam a vontade de Deus. Esta é realmente uma concepção possível, mas sem provas a seu favor. Procuram firmar esta teoria, dizendo que duas vezes se faz referência ao lançamento de sortes, em íntima conexão com as consultas ao Urim e Tumim (1Sm 10. 19-22; 14.37-42). Neste último caso, Saul rogou ao Senhor que lhe desse a conhecer por meio da sorte porque é que não respondia ao seu servo. A palavra usada no original é thamim; que se pronunciava thummim. Assim sendo, o Urim e Tumim era uma espécie de sorte. Mas nas duas passagens citadas, o lançar as sortes é ato distinto de consultar o Senhor, e se realizava para propósito diferente daquele que pedia conselhos.
2) O Urim e Tumim não fazia manifestações exteriores, era antes um símbolo. O sumo sacerdote vestia o éfode com o Urim e Tumim, sinais de sua investidura para obter a luz e a verdade, como as duas palavras indicam, a fim de que pudesse buscar o conselho de Jeová da maneira por Ele indicada. Humildemente punha diante de Deus a sua petição. A resposta vinha-lhe à mente; e como tivesse feito o seu pedido de acordo com as Instruções divinas e baseada na promessa de que receberia luz e verdade, tinha-a como a expressão da vontade de Deus. A fé em Deus baseava-se na evidência das cousas não vistas. Esta interpretação do Urim e Tumim harmoniza-se com o espírito de todo o ritualismo do tabernáculo. A resposta consistia em uma iluminação interna, sem nenhum sinal exterior em paralelo com as revelações dos profetas.
Fonte: Dic. Bíblia John Davis

sábado, 4 de julho de 2009

Minha existência

www.liveboo.com

A festa é minha, mas a alegria é nossa, dos amigos, e daqueles que fazem parte de meu mundo. Um mundo tão pequenino, tão simples, mais tão gostoso de viver.
Neste mundo só somos felizes por que aprendemos a compartilhar, dividir e repartir.
Neste dia, reparto minha felicidade com meu esposo, filho, irmãos, amigos, alunos e com outras pessoas queridas. Não poderia citar nomes porque correria o risco de esquecer algumas delas.
Mas a reverência de hoje tem que ser para o senhor Jesus, autor de minha vida, de minha felicidade e dos meus dias.
Obrigada Jesus por tantas alegrias que tem me dado, pelos anjos acampados ao meu redor, pelo consolador que zela, ama, e intercede a Ti com gemidos inexpremíveis.
Só me resta agradecer sempre e celebrar com júbilo o dom da vida.
Muitíssimo obrigada.
Ah! Já ia me esquecendo:Eu te amo Jesus.