
O Mestre do Amor de Augusto Jorge Cury (2002). O autor no capitulo primeiro, analisa a sabedoria humana e tipifica-a em inferior (é dada pelo que sabe) e a superior (é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe). Essa idéia me lembra rapidamente Sócrates, filósofo grego do século IV a.C. Cury afirma que os verdadeiros sábios são os mais convictos de sua ignorância. Para ele, a sabedoria superior tolera, alivia, perdoa e ninguém se diploma, não há mestres nem doutores, todos são aprendizes; já a inferior, julga, culpa, condena e mais, neste tipo de sabedoria há diplomas.
A idéia aqui é chegar até a pessoa de Jesus, sem grandes pretensões. Perguntamos então: Quem é Ele? Somos cientes que, Ele é o autor da Vida, é o próprio Deus. Cury pergunta: É possível discorrer com segurança sobre o Arquiteto da Vida? Você tem consciência da brevidade da vida? Tal consciência o estimula a buscar a sabedoria superior? Perguntas, que cabem a todos nós.
Inúmeros foram os caminhos que os homens percorrem para tentar desvendar quem é esse Deus. Jesus Cristo fez do homem sua obra-prima e o colocou num inexplicável planeta azul. Então, Jesus veio ao mundo e assim tivemos acesso as várias respostas às nossas inquietudes. Diante de tantas incertezas no mundo, a única certeza, é a morte, pois a mesma, é certa e evidente para os seres vivos, e é sabido que a existência é breve e finita.
Cury discorre sobre O mestre da vida, Jesus Cristo, que era profundamente apaixonado pela espécie humana, e dava atenção especial a cada ser humano, principalmente os mais fracos, os miseráveis, pois os tratavam como príncipes e aos príncipes, como reis. Em sua trajetória, Jesus conseguia abrir os portais da mente das pessoas e aumentava o campo de visibilidade sobre a vida e ao mesmo tempo quebrava o gesso que ofuscava a arte de pensar. Hoje, há uma enorme carência no mundo de pensadores.
Os únicos seres pensantes somos nós, com uma imensa capacidade de raciocínio. Recebemos de forma inata esta capacidade. Poucas pessoas conseguem perceber o privilégio de ser um ser pensante, pois estão imersos em seus problemas mundanos que os fazem cegos diante da realidade.
Penso que as pessoas deviam começar a duvidar de tudo que está ao seu redor, para depois enxergar a verdadeira realidade, principalmente de sua existência. A dúvida é benéfica e serve para expandir o leque do pensamento.
Jesus discorria sobre a fé, mas, utilizava a arte da dúvida para abrir as janelas da mente humana. Como ele usava a arte da Dúvida? Fazendo perguntas e apresentando suas parábolas. Através das parábolas, Ele removia os preconceitos das pessoas e discorria sobre a fé, mais uma fé inteligente. Fico meditando na inteligência de Jesus, e em seus ensinamentos. Que homem inteligente é meu Jesus. Como Tu és maravilhoso. Só podia falar sobre coisas inteligentes. No livro de Lucas no Novo Testamento encontramos as diversas parábolas que Jesus propunha àqueles que estavam dispostos a ouvi-lo e depois segui-lo.
Continuando o raciocínio da dúvida. Então a dúvida persegue três estágios, assim explica Augusto Cury:
1. A Ausência da dúvida (quem nunca duvida de si mesmo, quem se acha infalível e perfeito nunca terá compaixão dos outros, gerando os psicopatas);
2. A presença excessiva da dúvida (levavam as pessoas a retrair sua inteligência e atitudes pela insegurança, então teremos pessoas tímidas e autopunitivas);
3. A presença inteligente da dúvida abre as janelas da inteligência, estimula a criatividade e a produção de novas respostas.
Portanto é de se concordar que a dúvida inteligente esvazia o orgulho. Jesus contava ricas parábolas levando as pessoas a confrontar-se com o orgulho e rigidez, desse modo ele objetivava estimular o espírito delas e romper o seu cárcere intelectual Jesus respondia perguntas com perguntas e quando dava respostas elas sempre abriam os horizontes dos pensamentos. Quem era Ele então? Um grande mestre da educação e seus discursos formavam e informavam. O mundo precisa de engenheiros de novas idéias, argumenta Cury. Cristo é Perfeição e Luz. Precisamos fazer nascerem novas verdades para o ser humano e percorrer os caminhos de Jesus, pois somente Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Por fim, penso quase numa maiêutica socrática, onde temos que fazer nascer o momento do “parto” intelectual da procura da verdade no interior do homem, afim de que possamos alcançar a sabedoria superior. Porque a sabedoria mundana não nos faz chegar aos átrios do Senhor Jesus. Nem toda sabedoria grega e dos grandes homens e heróis do mundo, nos fazem sábios e novas criaturas. Somente Ele, o Mestre do Amor, nos capacita para as coisas superiores e que vem do Alto, permitindo assim, um nascimento a partir da pessoa de Jesus e a renuncia para a carne, para o pecado que tanto encarcera a alma do indivíduo e o mais triste, levando-o para a corrupção do corpo e a perda da salvação.
Fica a pergunta para reflexão: Em que nível está a sua sabedoria e a sua espiritualidade? Inferior ou superior? Terrena ou espiritual?
A idéia aqui é chegar até a pessoa de Jesus, sem grandes pretensões. Perguntamos então: Quem é Ele? Somos cientes que, Ele é o autor da Vida, é o próprio Deus. Cury pergunta: É possível discorrer com segurança sobre o Arquiteto da Vida? Você tem consciência da brevidade da vida? Tal consciência o estimula a buscar a sabedoria superior? Perguntas, que cabem a todos nós.
Inúmeros foram os caminhos que os homens percorrem para tentar desvendar quem é esse Deus. Jesus Cristo fez do homem sua obra-prima e o colocou num inexplicável planeta azul. Então, Jesus veio ao mundo e assim tivemos acesso as várias respostas às nossas inquietudes. Diante de tantas incertezas no mundo, a única certeza, é a morte, pois a mesma, é certa e evidente para os seres vivos, e é sabido que a existência é breve e finita.
Cury discorre sobre O mestre da vida, Jesus Cristo, que era profundamente apaixonado pela espécie humana, e dava atenção especial a cada ser humano, principalmente os mais fracos, os miseráveis, pois os tratavam como príncipes e aos príncipes, como reis. Em sua trajetória, Jesus conseguia abrir os portais da mente das pessoas e aumentava o campo de visibilidade sobre a vida e ao mesmo tempo quebrava o gesso que ofuscava a arte de pensar. Hoje, há uma enorme carência no mundo de pensadores.
Os únicos seres pensantes somos nós, com uma imensa capacidade de raciocínio. Recebemos de forma inata esta capacidade. Poucas pessoas conseguem perceber o privilégio de ser um ser pensante, pois estão imersos em seus problemas mundanos que os fazem cegos diante da realidade.
Penso que as pessoas deviam começar a duvidar de tudo que está ao seu redor, para depois enxergar a verdadeira realidade, principalmente de sua existência. A dúvida é benéfica e serve para expandir o leque do pensamento.
Jesus discorria sobre a fé, mas, utilizava a arte da dúvida para abrir as janelas da mente humana. Como ele usava a arte da Dúvida? Fazendo perguntas e apresentando suas parábolas. Através das parábolas, Ele removia os preconceitos das pessoas e discorria sobre a fé, mais uma fé inteligente. Fico meditando na inteligência de Jesus, e em seus ensinamentos. Que homem inteligente é meu Jesus. Como Tu és maravilhoso. Só podia falar sobre coisas inteligentes. No livro de Lucas no Novo Testamento encontramos as diversas parábolas que Jesus propunha àqueles que estavam dispostos a ouvi-lo e depois segui-lo.
Continuando o raciocínio da dúvida. Então a dúvida persegue três estágios, assim explica Augusto Cury:
1. A Ausência da dúvida (quem nunca duvida de si mesmo, quem se acha infalível e perfeito nunca terá compaixão dos outros, gerando os psicopatas);
2. A presença excessiva da dúvida (levavam as pessoas a retrair sua inteligência e atitudes pela insegurança, então teremos pessoas tímidas e autopunitivas);
3. A presença inteligente da dúvida abre as janelas da inteligência, estimula a criatividade e a produção de novas respostas.
Portanto é de se concordar que a dúvida inteligente esvazia o orgulho. Jesus contava ricas parábolas levando as pessoas a confrontar-se com o orgulho e rigidez, desse modo ele objetivava estimular o espírito delas e romper o seu cárcere intelectual Jesus respondia perguntas com perguntas e quando dava respostas elas sempre abriam os horizontes dos pensamentos. Quem era Ele então? Um grande mestre da educação e seus discursos formavam e informavam. O mundo precisa de engenheiros de novas idéias, argumenta Cury. Cristo é Perfeição e Luz. Precisamos fazer nascerem novas verdades para o ser humano e percorrer os caminhos de Jesus, pois somente Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Por fim, penso quase numa maiêutica socrática, onde temos que fazer nascer o momento do “parto” intelectual da procura da verdade no interior do homem, afim de que possamos alcançar a sabedoria superior. Porque a sabedoria mundana não nos faz chegar aos átrios do Senhor Jesus. Nem toda sabedoria grega e dos grandes homens e heróis do mundo, nos fazem sábios e novas criaturas. Somente Ele, o Mestre do Amor, nos capacita para as coisas superiores e que vem do Alto, permitindo assim, um nascimento a partir da pessoa de Jesus e a renuncia para a carne, para o pecado que tanto encarcera a alma do indivíduo e o mais triste, levando-o para a corrupção do corpo e a perda da salvação.
Fica a pergunta para reflexão: Em que nível está a sua sabedoria e a sua espiritualidade? Inferior ou superior? Terrena ou espiritual?




