
O AMOR É O DOM SUPREMO
O apóstolo Paulo escreveu a epistola de Coríntios na cidade de Éfeso, para a Igreja de Corinto durante sua terceira viagem missionária, próximo do ano 57.d.C., no intuito de chamar a atenção para a Unidade orgânica da Igreja e também para que não houvesse divisões e contendas entre os irmãos, pois, recebeu a notícia pelos da casa de Cloe, que havia contendas entre eles. Explicando que, assim como o corpo é um só e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo. No entanto, exortando sua igreja e esclarecendo a necessidade de permanecerem unidos e fortalecidos numa única fé, através da mensagem da Cruz e zelando pelos dons que o Espírito Santo distribuiu conforme lhe apraz, a cada um individualmente. Pois quando eram do mundo e gentios conduziam como bem entendiam, mas a partir de agora, não são mais ignorantes e tinham conhecimentos a cerca dos dons espirituais. Alertando que não tinham recebido o espírito que vem do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus. Os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo, e cada um visando a um fim proveitoso. A um é dado o espírito de sabedoria, a outros de conhecimento, a outros o de fé, a outros dons de curar, a outros dons de milagres, a outros de discernimento de espíritos, a outros, variedades de línguas e por fim a capacidade de interpretá-las. Nunca esquecendo que é o mesmo Espírito realizam todas estas coisas.
Assim, Paulo exorta seus amados para zelarem pelas coisas espirituais, e mostrou-lhes um caminho sobremodo excelente para sua igreja, e ensinou a saudação de um para com o outro, com ósculo santo.
Assim, Paulo exorta seus amados para zelarem pelas coisas espirituais, e mostrou-lhes um caminho sobremodo excelente para sua igreja, e ensinou a saudação de um para com o outro, com ósculo santo.
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
E terminando a epístola de 1 Corintios assim:
"A saudação, escrevo-a eu, Paulo, de próprio punho".




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